• Karoline Rodrigues

Lidando com o público nas redes sociais

Há dois anos, oficialmente, comecei a prestar serviços de gerenciamento de redes sociais para empresas do meio equestre. É um mercado de tem um público grande e alto consumo de conteúdo, o que é ótimo.


Muitas pessoas do meio — não sou só eu que acho isso, os relatos das pessoas confirmam — não dominam as ferramentas, ou não sabem se expressar, ou ainda, não querem se dar ao trabalho, o que foi uma das razões pelas quais vi nesse mercado um nicho de atuação onde minhas habilidades de comunicação escrita poderiam ter valor.


No início da minha atuação, em que o aumento da produção de conteúdo foi mais relevante (já as contas que eu assumi tinham quase zero conteúdo sendo gerado naquele momento), uma das habilidades que me faltavam, no entanto, era a inteligência emocional para lidar com o público.



Comentários negativos, directs com perguntas cuja resposta era óbvia, observações sarcásticas, ironias, e por aí vai. Eu recebia, através das plataformas que eu administrava, cada coisa! Ficava triste, horrorizada, indignada, chocada. Chorava dia sim e outro dia também, e queria largar mão de tudo e parar de fazer aquilo.


E com o tempo fui aprendendo a lidar com os altos e baixos das redes sociais. Aprendi que um elogio indica que aquele conteúdo é sempre bem-vindo, e que aquela imagem e linguagem têm empatia. Aprendi ainda que comentários/ perguntas/ questionamentos/ feedbacks negativos devem ser respondidos sempre com gentileza e educação. Posso dizer que hoje lido com isso muito bem. Se eu erro, corrijo e peço desculpas, e vida que segue. Se estou certa, respondo e esclareço, e vida que segue. Mas s-e-m-p-r-e, da maneira mais educada e gentil possível. Juro que eu tento.


Masss sabemos que os dedinhos por trás de um comentário deselegante não tentam. Ou melhor, tentam o contrário. E de tudo que eu já vi até hoje, acredito que os donos desses dedinhos venenosos desenfreados podem ser divididos em 3 grandes grupos:


1. Aqueles que só querem ressaltar que você está errado e não entende nada do que está falando.

2. Aqueles que só querem ressaltar o quanto eles estão certos e sabem mais que você.

3. Aqueles que são mal educados, grosseiros e irônicos.


Esses são os que me tiram do sério. Podem até ter mais, mas esses aí, são os campeões da minha audiência. E tem gente que consegue ser tudo isso junto.


Hoje eu não me abalo tanto quanto antes. É claro que quando erro fico chateada, fico triste pelo que eu mesma faço (autorresponsabilidade). Mas converto todas as energias em retificar o erro e em fazer melhor na próxima, nada mais. Hoje consigo não perder tempo com raiva de quem agride nas redes sociais. Feedback do público está aí para ser observado, filtrado e interpretado, ajudando a melhorar a produção de conteúdo.


Para você que se expõe, em seu nome ou representando outra pessoa ou empresa, meu conselho é: seja sempre gentil e converta a mensagem negativa em combustível para fazer algo melhor e mais legal.

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